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António de Araújo e Azevedo
                                     

★ António de Araújo e Azevedo

António de Araújo e Azevedo, primeiro conde da Barca, foi um diplomata, cientista, político e escritor português.

Distinguiu como fundador de diversas instituições artísticas e científicas, no período em que a corte portuguesa esteve instalada na cidade do Rio de Janeiro. Como Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Reino chefiou o governo, ocupando um cargo semelhante ao actualmente designado por primeiro-ministro.

                                     

1. Biografia

António de Araújo de Azevedo nasceu em Ponte de Lima, na freguesia de Sá, próximo de Ponte da Barca, filho de António Pereira Pinto de Araújo de Azevedo Fagundes, senhor do morgado e da Casa da Laje, de Maria Francisca de Araújo de Azevedo. Não se casou e nem deixou descendentes, tendo morrido no prédio da rua do Passeio, na cidade do Rio de Janeiro, em que mais tarde se instalou a Impressão Régia e, posteriormente, a sede do Ministério da Justiça e o Pedagogium. Foi sepultado na Igreja de São Francisco de Paula, com enterro acompanhado por apenas dois diplomatas estrangeiros: o coronel e cônsul-geral francês Jean-Baptiste Maler e o encarregado de negócios americano John James Appleton.

Iniciou seus estudos académicos cursando Filosofia na Universidade de Coimbra, com a orientação de seu tio, o brigadeiro António Luís Pereira Pinto. No entanto, não terminou o curso por vontade própria, voltando ao Porto e dedicando-se às Matemáticas e aos estudos históricos.

Ainda em Portugal, organiza em 1779 uma Sociedade Económica dos Amigos do Bem Público. Assim, torna-se conhecido nas mais altas esferas da sociedade da época, fazendo muitas amizades. Dentre estas, com o duque de Lafões, responsável por encaminhá-lo à carreira diplomática. Foi ministro e embaixador extraordinário junto a Corte de Haia 1787, negociando e assinando, no mesmo ano, o tratado de paz entre Portugal e França tratado este que não foi ratificado devido às intrigas do ministro da Marinha e seu grande inimigo, D. Rodrigo de Sousa Coutinho.

ano seguinte, viaja à Alemanha se dedica aos estudos de Ciências e Literatura alemã. Foi também ministro plenipotenciário junto à República Francesa em 1795, 1797 e 1801. Neste mesmo ano é transferido para a corte de São Petersburgo, aonde se mantém por três anos. Logo em seguida, torna-se ministro dos Negócios Estrangeiros e da Guerra, encarregando-se também, dois anos depois por ocasião da morte do Conde de Vila Verde, do Ministério do Reino. Foi um dos conselheiros que mais incentivou a vinda da família Real para o Brasil.

Chega ao Rio de Janeiro em 6 de Março de 1808, a bordo da nau Medusa. Estabelece-se num palacete na rua do Passeio, onde se dedica exclusivamente aos trabalhos científicos, já que, com a chegada ao Brasil, Dom João VI troca de ministério e o substitui por Dom Rodrigo de Sousa Coutinho, pouco depois 1.º conde de Linhares. Antes desta substituição, porém, na Bahia, referenda a Carta Régia, abrindo os portos brasileiros às nações amigas.

Desembarcou no Rio de Janeiro trazendo consigo a sua livraria, legada posteriormente à Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, uma tipografia completa, a sua riquíssima colecção mineralógica organizada pelo geólogo alemão Abraham Gottlob Werner e um conjunto de instrumentos científicos que utilizou para montar, na sua própria residência, um laboratório para o estudo da Química. Também em sua casa, monta um jardim onde cultiva mais de 1 500 espécies botânicas indígenas e exóticas, as quais catalogou sob o nome de Hortus araujensis. Sobre este catálogo, há referências de sua existência, mas nenhuma evidência de sua publicação oficial.

Em 9 de Novembro de 1812, António de Araújo e Azevedo recebeu autorização, por decreto do Príncipe Regente, para promover as instalações necessárias para abastecer a sua residência de água. Desse modo, pode-se dizer que a estrutura do Laboratório Químico-Prático era totalmente subordinada à estrutura da própria residência do Conde da Barca.

Em 1814 retorna à política, sendo nomeado Ministro da Marinha, em ocasião do falecimento do Conde das Galveias. No mesmo ano, instala em seu Laboratório Químico-Prático um alambique de sistema escocês, com melhoramentos feitos no Rio de Janeiro. Com este alambique, dedica-se à fermentação de bebidas e daí supor-se que a principal fonte de renda do Laboratório tenha sido a venda de licores e aguardente.

Além de actividade relacionadas com a instituição, constituição e aplicação da química no Brasil, tem-se notícia de que o Laboratório também teria como actividade o ensino da disciplina, com o objectivo principal de preparar aqueles que visavam prestar exames para boticários perante a Fisicatura–Mor.

Era comendador da grã-cruz da Ordem de Cristo, da Ordem Militar da Torre e Espada, da Ordem de Isabel a Católica de Espanha e da Legião de Honra de França. Além disso, pertenceu também a Academia Real das Ciências de Lisboa. Foram notáveis seus entraves com a Cúria Romana entre 1814 e 1817. Tinha frequentemente o assentimento do Príncipe Regente. Exemplo disso é a negativa dada por ele à ordem do papa Pio VII para que fosse restabelecida em Portugal a Companhia de Jesus.

Diante dos clamores do povo da Madeira pela abolição do Tribunal da Santa Inquisição, sugeriu que D. João Vi o abolisse sob seus domínios, a que este não se atreveu. O Governo do Rio de Janeiro solicita então a Roma a abolição do Santo Ofício, pedido negado por Pio VII.

ano seguinte, intercede junto ao Príncipe Regente para a elevação do Brasil à categoria de Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve, facto que se realiza em 15 de Dezembro de 1815.

Era também coleccionador de obras de arte. Foi o responsável pela fundação da Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios, no Rio de Janeiro, para a qual mandou vir da França um competente quadro de professores, seleccionado por D. Pedro José Joaquim Vito de Menezes Coutinho, o 6.º marquês de Marialva 1815. Tal quadro incluía nomes como: Le Breton, Jean-Baptiste Debret, Nicolas-Antoine Taunay e seu filho Félix Taunay, Grandjean de Montigny e Charles Simon Pradier. Encomendou o projecto do palácio da Academia a Grandjean de Montigny, mas não viveu o suficiente para vê-lo pronto, já que suas obras só terminaram em 1826.

Volta a ocupar o Ministério dos Negócios Estrangeiros e da Guerra em 1816 / 1817. Quando da morte de Fernando José de Portugal e Castro, o segundo marquês de Aguiar, foi convidado a assumir todas as pastas do governo. Contudo, com sua saúde já bastante debilitada, veio a falecer. Foi o único conde da Barca. Seu título lhe foi conferido em vida, pelo ainda príncipe regente, D. João VI, em 27 de Dezembro de 1815.

O destino do Laboratório Químico-Prático, inicialmente uma iniciativa particular do Conde da Barca, foi o de ser apropriado pelo Estado, passando a ser um órgão do Governo subordinado ao Ministério dos Negócios do Reino, e assim continuando com suas actividades sob a direcção de João Caetano de Barros. A garantia do funcionamento do Laboratório foi endossada por decreto real do dia 27 de Outubro de 1819, criando um Laboratório Químico.

Com sua morte, seu acervo foi comprado pelo governo e encaminhado para a Real Biblioteca - hoje Nacional - lá persistindo até os dias actuais. Tal acervo incluía uma série de manuscritos, que até meados do século XX eram designados como Coleção Araujense, onde constavam mais de seis mil documentos. Após a data citada, tal colecção é desmembrada. Actualmente, se tem acesso apenas às suas cartas de negociação pelo tratado de paz entre Portugal e França, bem como a menos de 20 outros manuscritos.

                                     

2. Obras publicadas

Embora haja referências históricas que comprovam a escrita do Hortus araujensis, no entanto, não há nenhuma evidência de que este tenha sido publicado. Entre outras, foi autor das seguintes obras publicadas:

  • Tradução da Elegia de Gray, composta no cemitério de uma igreja de aldeia, s.l. e s.d. provavelmente Hamburgo,?.
  • Memória em defesa de Camões contra Mr. de la Harpe, nas Memórias de Literatura da Academia Real das Ciências, tomo VII.
  • Ramalhete, 1841.
  • Ode a Dryden para o dia de Santa Cecília, traduzida em português, sem local e sem data provavelmente Hamburgo, 1799, com três odes de Gray.
  • Representação a El-Rei D. João VI, no Campeão Português, Londres, volume I.
  • Resposta ou refutação da carta de um vassalo nobre ao seu Rei, sem o nome do autor, no Investigador Português, XXXVI, 1814.
  • Versão ilustrada de Osmia, tragédia coroada pela Academia Real das Ciências de Lisboa 17?.

Uma confusão frequente atribui há várias décadas Osmia, tragédia coroada pela Academia Real das Ciências de Lisboa 1788 a António de Araújo e Azevedo, mas na verdade esta obra foi autorada por Teresa de Melo Breyner, com António de Araújo e Azevedo a só ser autor da referida versão ilustrada desta tragédia.

                                     

3. Ligações externas

  • António de Araújo na Appletons Cyclopedia de American Biography, editada por James Grant Wilson, John Fiske e Stanley L. Klos, 6 vol., Nova York, 1887-1889.
  • Biografia no sítio do Ministério da Fazenda do Brasil.
                                     
  • Francisco António de Araújo e Azevedo Lisboa, 21 de Dezembro de 1772 - Angra, 4 de Abril de 1821 foi um oficial general do Exército Português e administrador
  • Regente de D. Maria I de Portugal, por Decreto de 27 de Dezembro de 1815, em favor de António de Araújo e Azevedo Titulares António de Araújo e Azevedo 1
  • Escola de Minas de Freiberg, da Alemanha, pelo fidalgo português António de Araújo e Azevedo O nome da coleção deve - se ao principal nome da escola alemã
  • Costa Azevedo 8 de Julho de 1851 30 de Novembro de 1925, Vila Franca de Lima, Viana do Castelo primeiro Visconde da Barrosa. Foi filho de António Luís
  • Manuel Antônio Álvares de Azevedo barão de Itapacorá. Manoel Antônio Álvares de Azevedo São Paulo, Província de São Paulo, Império do Brasil, 12 de setembro
  • Francisco de Melo da Gama de Araújo de Azevedo Ribeira, Ponte de Lima, 16 de Maio de 1773 - Ribeira, Ponte de Lima, 17 de Janeiro de 1859 foi marechal de campo
  • Brito, o fundador de Três pontas e de Inácia Gonçalves de Araújo e neto materno de Luís Antônio de Azevedo e de Ana Josefa Dias da Silveira. Casou - se
  • depois, a 4 de abril, numa violenta reação de que resultou a morte do general Francisco António de Araújo e Azevedo ex - capitão - general e líder dos constitucionais
  • Marco António de Azevedo Coutinho 1688 - Benfica Lisboa 19 de Maio de 1750 foi um político português. Ocupou o cargo de primeiro - ministro de Portugal
  • António Eduardo Augusto de Sousa Azevedo Vilaça Sé, Braga, 14 de Dezembro de 1852 - São Sebastião da Pedreira, Lisboa, 28 de Janeiro de 1914 foi Par
  • Pedro de Araújo Lima, Marquês de Olinda Gameleira, 22 de dezembro de 1793 - Rio de Janeiro, 7 de junho de 1870 foi um estadista brasileiro, regente
  • Manuel Antônio Duarte de Azevedo Itaboraí, 16 de janeiro de 1831 - Rio de Janeiro, 9 de novembro de 1912 foi um político brasileiro. Foi presidente


                                     
  • António Vieira de Araújo 1839 - Lourenço de Magalhães de Araújo Pimentel 1840 - Luís Joaquim Pereira de Mesquita 1843 - António Vieira de Araújo 1845
  • Artur Nabantino Gonçalves de Azevedo São Luís, 7 de julho de 1855 - Rio de Janeiro, 22 de outubro de 1908 foi um dramaturgo, poeta, contista, prosador
  • Costa Araújo mais conhecido por Urbano Santos Guimarães, 3 de fevereiro de 1859 - Rio de Janeiro, 7 de maio de 1922 foi um jurista, promotor e político
  • Gonçalves de Azevedo São Luís, 14 de abril de 1857 Buenos Aires, 21 de janeiro de 1913 foi um romancista, contista, cronista, diplomata, caricaturista e jornalista
  • Maria Manuela Machado Azevedo mais conhecida por Manuela Azevedo Junqueira, Vila do Conde, 5 de maio de 1970 é uma cantora portuguesa, vocalista da banda
  • Nota: Araújo Pinho redireciona para esta página para o outro político seu parente, veja José Wanderley de Araújo Pinho João Ferreira de Araújo Pinho
  • Filho de Maria Rosa de Araujo e do Capitão Hyppolito José Alves e irmão do deputado provincial, comendador Antônio Alves de Araújo e do brigadeiro e deputado
  • de - azevedo ARAÚJO Íris Morais. Versões do progresso a modernização como tema e problema do fotógrafo Militão Augusto de Azevedo Disponível
  • Pires de Azevedo Loureiro, Administrador Apostólico de Braga, Administrador Apostólico de Viseu, Bispo de Beja, Administrador Apostólico de Évora e Administrador
  • Manuel José de Araújo Porto - Alegre, primeiro e único barão de Santo Ângelo Rio Pardo, 29 de novembro de 1806 - Lisboa, 30 de dezembro de 1879 foi um
  • Moreira e de Joana Gomes Moreira. Do primeiro casamento com Ariadna Jesuína de Araújo Manuel Alves de Azevedo teve: 1 - 1 João Câncio Azevedo 1 - 2 Francisco
  • Antônio Inácio de Azevedo Bahia, ? - Pernambuco, 7 de julho de 1873 foi um político brasileiro. Foi presidente da província da Bahia, nomeado por carta
                                     
  • António de Azevedo Melo e Carvalho CvC GCSE ComNSC Penafiel, Lagares, 9 de Março 11 de Maio de 1795 - Lisboa, 20 de Fevereiro de 1862 foi um político
  • Eneias de Araújo Torreão - 1914 foi um político brasileiro. Foi presidente da província do Ceará, nomeado por carta imperial de 4 de setembro de 1886
  • António de Azevedo Castelo Branco GCTE Vila Real, Vilarinho de Samardã, 23 25 de Dezembro de 1842 - Vila Real, Casa de Tinjeiras, 5 de Janeiro de 1916
  • José Félix de Azevedo e Sá Fortaleza, 25 de março de 1781 - Caucaia, 7 de novembro de 1827 foi militar e político brasileiro. Foi presidente da província
  • Fraga Araújo Porto Alegre, 15 de maio de 1967 é um diplomata e escritor brasileiro. Foi ministro das Relações Exteriores do Brasil entre janeiro de 2019
  • José Antônio de Azevedo Castro Rio de Janeiro, 19 de fevereiro de 1839 - Londres, 1 de janeiro de 1911 foi um político brasileiro. Formou - se em direito

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Relação de Alunos EBI Monsenhor Elísio Araújo.

Vogal Efetivo do Júri, Dr. António Leandro Femandes de Ponte. Diretor da Unidade 11921 2013 FILIPE ALEXANDRE ARAÚJO AZEVEDO. 2768828 5. 12ed. Antonio Araujo, MD, PhD Professor Catedrático Convidado. Cópia de formulário de inscrição de Manuel António Araújo Silva Janeira para assistir à 26ª Sessão da Academia Olímpica Internacional a decorrer em Olímpia​. António Araújo & Filhos Lda Racius. António Araújo Azevedo Conde da Barca. António de Araújo de Azevedo, Conde da Barca, foi uma figura notável na vida portuguesa no final do séc. XVIII e. Francisco António Pereira Pinto de Araújo de Azevedo. António de Araújo e Azevedo, conde da Barca 120. João Paulo Bezerra de Seixas, barão de Itaguaí 123. Tomás António de Vila Nova Portugal 124. Diogo José. Aviso n.º 11921 2013 Infarmed. João António de Abreu Cunha Araújo, capitão mor. Outros oficiais. António Jacinto de Araújo de Azevedo, sargento mor. António Joaquim Pereira Sousa Torres.





Carta de António de Araújo de Azevedo, 1.º Conde da Barca, a.

Itens também pesquisados. Vale e Azevedo Infopédia. António Pestana Araújo. Integra a VdA desde 2018. Associado da área de Contencioso & Arbitragem onde tem trabalhado em diversas operações.


Carta de D. António de Araújo de Azevedo, ministro e secretário de.

Correspondência de José Egídio Álvares de Almeida para António de Araújo e Azevedo, secretário de Estado dos Negócios da Guerra, com o envio de cartas. ACTA N.º 16 Aos três dias do mês de Outubro do ano de dois mil e. O Solar de Azevedo é um palacete Minhoto característico do Renascimento, localizado no sopé da Desde 1982, que a sala de visitas da Sogrape Vinhos na região minhota é a quinta de Azevedo. Cerâmica António Araújo Fernandes. Percorrer por autor Azevedo, António Repositório Científico do. Feira, 2 de agosto, um Voto de Louvor ao atleta João Paulo Matias Azevedo, Foi também aprovado um Voto de Louvor ao canoísta Marco António Araújo. Pesquisa Geral DGPC. 1831 Manuel de Abreu de Araújo de Azevedo 1830 José de Sousa e Melo 1829 Bento de Azevedo e Araújo 1828 Agostinho António de Vasconcelos.





Bragança, José Vicente Pinheiro de Melo de, 1947 A evolução da.

António Araújo SPORTING CLUBE LEÕES DAS ENGUARDAS. António Azevedo Ghibli. António Azevedo Ghibli. António Azevedo Ghibli. António Fontes. João António de Araújo de Azevedo Arquivo Distrital de Braga. ANTÓNIO JACINTO DE ARAÚJO AZEVEDO. Foi o segundo administrador do morgadio do Campo da Feira de Fora e por muitas facetas se.


A Ver Navios. No reinado de D. João VI e Carlota Joaquina.

Informações financeiras e estruturais sobre a António Araújo & Filhos NIF 504969650, como Volume de Faturação, Lucros ou Prejuízos, Morada da Sede,​. MANDATO IX Câmara Municipal de Braga. Correspondência ofical de António de Araújo de Azevedo. Autor es. Pintassilgo​, Joaquim. Publicado por: Imprensa da Universidade de Coimbra. URL.


António Joaquim Araújo Azevedo Fundação para a Ciência e a.

O arquivo pessoal do Conde da Barca é composto, para além dos documentos produzidos no âmbito da gestão do património familiar, por manuscritos. Angra em Revolução: O Levantamento Liberal de 2 de Abril de. Presidente Paulo Duarte, os Vogais João Martins Costa, Pedro Costa Azevedo, Paula. Costa Araújo, Paulo Pimenta e Suzana Fernandes da Costa. Mais foi deliberado um voto de agradecimento ao Sr. Dr. António Araújo Sereno. Registo do recenseamento eleitoral de António de Araújo Carneiro. Constituir causa de ruína económica. cretário dos Negócios da Marinha e que se transcreve: 2 Trata se do ministro António Araújo de Azevedo mais tarde 1º.





Requerimento de António de Araújo de Azevedo, sobre a abertura.

Freguesia Antas Profissão Caseiro Morada Igreja. António Manuel Ferreira Araújo 0715 EC47 869F CIÊNCIAVITAE. António Araújo Coelho e Castro, com uma participação de 8.180.00€ ​corresponde a 818 ações 16 Maria Fernanda Gomes de Sá Trovão para António de Araújo Coelho e Castro cumpriu os Francisco Azevedo e Silva. António Joaquim Araújo de Azevedo Portal DeGóis Plataforma. 346482 Escola Básica Integrada Monsenhor Elísio Araújo 22 Nuno António Araújo da Mota Gonçalves. S. 11. Inglês 6 Eduarda Filipa Meireles Azevedo. S.





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Curriculum Vitae Resumido António Joaquim Araújo de Azevedo antonio.​azevedo@ Cargos actuais Professor Auxiliar convidado na. Araújo: O Mágico Azul e Branco. Veja o perfil de Antonio Araujo, MD, PhDAntonio Araujo, MD, PhD no LinkedIn, a maior comunidade profissional do mundo. Antonio tem 4 vagas no perfil.


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Requerimento de António de Araújo de Azevedo, sobre a abertura de um canal para fertilizar as suas terras na quinta e Casa de Sá, termo de. Código Postal da Travessa António Araújo Valente. Carta de D. António de Araújo de Azevedo, ministro e secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Guerra, para o conselheiro da Embaixada de.





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